Relembrando Kubica no Canadá em 2007 com um ângulo inédito que dá a real velocidade do impacto do polonês.
De quebra, uma simulação em 3D do acidente.
Uma pancada de 75G, muita sorte e uma bela dor de cabeça no dia seguinte. Cara de sorte, esse Kubica...
De arrepiar os cabelos!
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
GP do Canadá: cadê Schumacher?
Mas dentre todas as estranhices ocorridas na prova, a mais esquisita foi de fato assistir a Michael Schumacher entrando nos boxes mais de uma vez em menos de 15 voltas. E terminar guiando sobre os péssimos pneus macios (para a pista de Montreal).
Em determinado momento da prova, na primeira metade, era possível vislumbrar o alemão beliscando seu primeiro pódio na temporada, já que pilotava bem e sua posição real na pista era um excelente terceiro lugar.
Acontece que aparentemente (mesmo, pois as fotos que foram divulgadas não mostram nada), Schumi teve um dano em sua asa frontal logo após ter trocado os pneus para os mais duros, quando mantinha um bom ritmo.
Dessa forma, teve de voltar aos boxes e aí, inexplicavelmente, voltaram com os pneus macios em sua Mercedes e, a partir daí, um abraço. Trinta e sete voltas nos compostos moles provaram ser um calvário para o velho campeão, que teve uma de suas piores pilotagens até hoje.
A asa danificada dificultaria a vida de Schumacher, mas não a ponto de acabar com sua corrida, como foi o caso. É sempre triste ver um cara da estirpe do campeão lutando com carros no meio do pelotão e de forma duvidosa. Isso demonstra o quão fora do lugar Schumi deve estar se sentindo.
mas ainda assim foi uma disputa desastrada,
fazendo ambos saírem da pista na chicane seguinte
Suas disputas com Kubica e Massa foram no mínimo desastradas, ainda que fossem tentativas genuínas de defesa de posição. Ninguém gosta de ceder lugar numa corrida de carros, mas quantas vezes Schumacher cortou a chicane antes da linha de chegada?
Será que Schumacher voltou à F1 porque realmente não tinha nada para fazer? Será que ele ainda mantém a chama do campeão? Onde vai dar essa história?
Uma coisa é certa, a estratégia de pneus utilizada pela Mercedes foi um fiasco que há muito não se via. Lamentável.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Vídeo da semana
Desta feita, você vai assistir a alguns vídeos que mostram cabalmente um velho ditado do esporte a motor: nunca, JAMAIS, toque em um piloto que acabou de sair da corrida por erro, colisão ou qualquer outra causa.
As cargas de adrenalina pulsando no corpo do piloto neste momento estão no seu ápice, pois ele acabou de passar por uma situação de extremo estresse mental e físico.
O fato de ter ocorrido uma colisão ou erro faz com que o piloto esteja em um estado ainda mais crítico de alerta, algo que chega a ser perigoso para quem estiver perto.
É a lei do esporte a motor.
No GP da Malásia de 2004, Raikkonen sai frustrado da corrida e agride um fiscal de pista que tenta direcioná-lo. Repare que o fiscal TOCA no piloto, e esse é o grande erro dele.
No GP da Áustria, em 2000, Ricardo Zonta é obrigado a abandonar e, assim que sai do carro, o manobrista do guindaste acerta a cabeça do piloto, que imediatamente reage lançando-lhe o famoso dedo médio.
No GP de Mônaco de 1975, o lendário James Hunt disputava curva a curva, freada a freada, posição com o francês Patrick Depailler. Em uma das cruvas, Hunt é forçado a dar passagem a Depailler e acaba acertando o guard-rail e abandonando a prova.
Visivelmente frustrado e absolutamente tenso, Hunt acaba descontando no pobre fiscal de prova que foi tentar orientá-lo para sair da pista e ficar em segurança. Seu erro: tocar em Hunt.
Por fim, o mesmo James Hunt abandona o GP do Canadá de 1977 e, decepcionado, começa a passear ao lado do carro. O fiscal, prezando pela segurança do piloto, vai mais uma vez atrás dele. Acontece que ele toca em Hunt. O resultado, embora hilário, não é um exemplo de comportamento.
Coincidência ou não, Raikkonen e Hunt, personagens deste post, são conhecidos por serem bad boys que se comportam mal, fumam, bebem e personificam a nostálgica F1 de outrora.
Talvez o ditado tenha que ser modificado: nunca, JAMAIS, toque em Raikkonen e Hunt depois que abandonaram uma prova. Você pode acabar se dando mal.
As cargas de adrenalina pulsando no corpo do piloto neste momento estão no seu ápice, pois ele acabou de passar por uma situação de extremo estresse mental e físico.
O fato de ter ocorrido uma colisão ou erro faz com que o piloto esteja em um estado ainda mais crítico de alerta, algo que chega a ser perigoso para quem estiver perto.
É a lei do esporte a motor.
No GP da Malásia de 2004, Raikkonen sai frustrado da corrida e agride um fiscal de pista que tenta direcioná-lo. Repare que o fiscal TOCA no piloto, e esse é o grande erro dele.
No GP da Áustria, em 2000, Ricardo Zonta é obrigado a abandonar e, assim que sai do carro, o manobrista do guindaste acerta a cabeça do piloto, que imediatamente reage lançando-lhe o famoso dedo médio.
No GP de Mônaco de 1975, o lendário James Hunt disputava curva a curva, freada a freada, posição com o francês Patrick Depailler. Em uma das cruvas, Hunt é forçado a dar passagem a Depailler e acaba acertando o guard-rail e abandonando a prova.
Visivelmente frustrado e absolutamente tenso, Hunt acaba descontando no pobre fiscal de prova que foi tentar orientá-lo para sair da pista e ficar em segurança. Seu erro: tocar em Hunt.
Por fim, o mesmo James Hunt abandona o GP do Canadá de 1977 e, decepcionado, começa a passear ao lado do carro. O fiscal, prezando pela segurança do piloto, vai mais uma vez atrás dele. Acontece que ele toca em Hunt. O resultado, embora hilário, não é um exemplo de comportamento.
Coincidência ou não, Raikkonen e Hunt, personagens deste post, são conhecidos por serem bad boys que se comportam mal, fumam, bebem e personificam a nostálgica F1 de outrora.
Talvez o ditado tenha que ser modificado: nunca, JAMAIS, toque em Raikkonen e Hunt depois que abandonaram uma prova. Você pode acabar se dando mal.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
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